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Meu Carrinho

Conto erótico: Entrega do Motoboy

Todos os dias era sempre a mesma coisa, Felipe saia de casa às 18:00 para começar seu trabalho como entregador de pizza. Era a noite inteira enfrentando o trânsito, discussões e reclamações dos clientes.

Já era tarde da noite quando estava prestes a encerrar o expediente, parecia que alguém havia ligado e pedido uma pizza. Não havia nenhum outro motoboy para entregar, só ele.

- Sério? Alguém esperou para ligar na hora que está fechando?

O chefe dele disse que era a última entrega e que a pessoa pagaria no cartão. De lá ele poderia ir para casa.

Resmungando, ele pegou a pizza e o endereço. Parecia ser muito perto dali. Com pressa, subiu na moto e arrancou. Estava louco para chegar em casa e descansar.

Após 10 minutos ele estava no endereço. Era um apartamento. Ele tocou o interfone e aguardou. Uma mulher atendeu.

- Pode subir – disse a voz, pelo aparelho.

O portão abriu e Felipe ficou mais puto da vida por ter que subir todos aqueles andares. Pensou em fazer cara feia, para ver se ganhava uma gorjeta, ou se falassem alguma coisa ele iria responder.

No último, andar ele foi em direção a porta do apartamento. Quando pensou em tocar a campainha, ela se abriu.

Para a surpresa de Felipe era uma moça, aparentando ter 22 anos. Loirinha com cabelos lisos, corpo magro e seios pequenos. Vestia uma camisola de cetim justa ao corpo. As pernas dela estavam a mostra e chamavam a atenção. Calçava chinelos, deixando as unhas dos pés pintadas aparecerem.

- Pode entrar – disse ela, chegando para o lado e abrindo caminho para ele passar.

Felipe olhou ao redor do apartamento, não parecia ter mais ninguém com ela. Se namorasse, com certeza ele teria ido atender a porta, a não ser que fosse uma “MotoGirl” para entregar a pizza.

- Vou pegar o cartão – ela fechou a porta e se virou, pegou a pizza da mão dele e foi em direção a uma mesa no centro.

A garota se curvou na mesa para pegar a carteira que estava do outro lado. Quando ela se curvou a camisola subiu e para a surpresa dele, ela estava sem calcinha. A vagina e o restante rosados dela apareceram. Ela fez de propósito.

Ela retornou com o cartão e um sorriso de safada. Ele pegou a máquina e esperou ela digitar a senha. As mãos dela alisaram a sua enquanto segurava o aparelho.

- Acho você muito bonito, sabia? – Ela o encarou.

Ele retirou o comprovante e o cartão dela. Felipe sentiu a mão dela agarrando suas bolas por cima da calça. Ele se curvou com o susto, mas ela não parou.

- Adoro morenos fortes. Queria você todinho para mim.

Felipe entendeu o porquê da garota ter ligado tarde da noite e na hora de fechar, ele teria mais tempo para ficar com ela.

A loirinha foi empurrando ele em direção ao sofá, Felipe caiu de costas e nisso a garota já estava retirando seu cinto e abrindo sua calça.

- Tudo isso é vontade de dar? – Perguntou ele, sem saber o que mais falaria.

- Sim! Mas não é para qualquer um.

Ela abaixou a cueca dele e começou a chupar seu pênis, que já estava meio duro. Era um pouco grande para a boca dela, mas a garota estava disposta a tentar engoli-lo.

A boca quentinha e a língua começaram a passar na cabeça do pênis. Felipe sentiu a boquinha quente dela agasalhar a cabeça. Empolgado, ele terminou de tirar suas calças e mandou ela ficar de quatro para chupar ele melhor.

Ela empinou a bundinha linda e abriu a boca, esperando que ele continuasse a meter o cacete. Felipe ficou de pé, em frente ao sofá socando o pênis moreno na loirinha. Ele metia até quase a metade e depois voltava. Ela se engasgava, mas não parava de masturba-lo. Felipe meteu mais fundo, quase entrando na garganta da garota. Os olhos claros dela já estavam cheios de lágrimas a cada enfiada que ele dava.

A garota afastou Felipe e disse para ele meter logo na sua vagina, que ela estava cheia de tesão para foder.

Felipe obedeceu, como um garoto de programa, e se posicionou atrás da garota. Ela já estava toda molhada de tesão. Ele colocou a camisinha e encaixou a cabeça na entrada e empurrou devagar, ela foi se abrindo com facilidade. Aquela loirinha safada já devia ter dado para vários antes dele.

Entrou com facilidade, mas era tão pequena que apertava um pouco o pênis do Felipe. Ele começou a se movimentar, para frente e para trás, fazendo seu pênis entrar mais um pouco a cada enfiada.

- Me fode, moreno gostoso – pedia ela.

Felipe estava excitado demais com a garota, ele sentia seu pênis pulsar muitas vezes. Ele agarrou na bundinha dela e meteu com mais força.

Ela gemia e se contorcia no sofá. Já que estavam brincando ele também iria se aproveitar do momento. Ele tirou o pênis de dentro dela, e a colocou sentada no sofá. Puxou as pernas dela para cima e apoiou nos seus ombros. A loirinha via o pênis dele agora, duro igual uma rocha. Felipe cuspiu no pênis e alisou a vagina dela, pincelando e depois desceu um pouquinho.

A garota olhou assustada para ele.

- Aí acho que não vai entrar – disse ela.

- Vai sim, sua safada. – Ele forçou a cabeçona na entrada do ânus dela.

A loirinha empurrava ele com a mão, para para um pouco. A cabeça entrou com dificuldade. A garota soltou um gemido alto, com os olhos arregalados.

Felipe ia para frente para trás tentando forçar mais a cabeça no ânus dela.

- Não vai entrar – disse ela, tentando convencê-lo.

O pênis dele entrava cada vez mais. O ânus dela não parecia ser virgem, mas também não estava pronto para aquele tamanho.

- Vou colocar devagarzinho, sua safadinha. – Ele deu um beijo em sua boca, arrancando um gemido gostoso demais.

Ela estava gostando, se sentindo apertando o grande pênis de Felipe. Depois de alguns minutos forçando e saindo, ele conseguiu enfiar tudo. A garota começou a se masturbar igual uma louca.

- Meu cu... – Dizia ela, gemendo.

Felipe se movimentava, mas não tirava o pênis por completo, ele ficou até o fim só se movendo para frente e para trás. O pênis fazia uma pressão gostosa no ânus da mulher. O sofá tremia com as estocadas que ele dava. A loirinha começou a gemer mais forte e alto, estava gozando bem gostoso em seu pênis.

Vendo a garota tremer todinha de tesão enquanto gozava, ele ficou excitado e começou a gozar também. Ele jorrou tudo, gozou muito. Empolgado, ele tirou o pênis de dentro dela e subiu no sofá e tirou a camisinha, botando ela para chupar o restante que saia. Era muito esperma, um pouco foi no rosto da loirinha antes dele enfiar em sua boca.

Ela chupou tudinho, engolia tudo como uma louca. Ele forçou mais um pouco e o ultimo jato foi na garganta dela.

Ele se afastou vendo ela toda aberta, sorrindo para ele. Ele chupou o ânus dela e depois a vagina, dando um beijo.

Ela se levantou e o beijou na boca. Os dois ficaram um tempo abraçados. Depois ele se se vestiu para ir embora.

- Vamos marcar de novo? – Perguntou ela. – Mas sem ser entregando pizza, tá?

Felipe pegou o número do telefone dela e eles marcariam mais uma em breve. Afinal, valeu a pena ter ficado até mais tarde para entregar aquela pizza.


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